Discurso da Servidão Voluntária – Etienne de La Boétie [FREE SERVERS]

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Gênero: Filosofia
Ano: 1987
Autor: Etienne de La Boétie
Editora: Brasiliense
Páginas: 15
Título: Discurso da Servidão Voluntária
Sinopse: Do grego, eulogeo – falar com benevolência, consideração e respeito, bem dizer -, eulogia é a boa e bela linguagem, a fala prudente da bênção e do louvor. O elogio não se confunde com a apologia, que é defesa e justificação contra acusações. Apologeomai – defender-se ou defender um outro refutando acusações – é ação que se origina da prestação de contas dos gastos públicos perante assembléias populares. A apologia se inscreve num campo jurídico e político muito distante do elogio. Nos dias que correm, sedutor é o impulso para fazer a apologia da filosofia, tantas as acusações que lhe fazem. No entanto, como disse alguém, "todo apologeta é um mentiroso" e por isso mais valer deixar que as filosofias falem de si mesmas e que o trabalho dos filósofos se exponha, no duplo sentido da palavra, no debate interminável com os deuses da Cidade. Como escreveu o autor do "Elogio da Filosofia", a relação do filósofo com os outros é difícil porque estes lhe pedem exatamente aquilo que ele não lhes pode dar, isto é, o assentimento imediato às coisas, sem considerandos. A recusa filosófica não é agressão – agredir é preparar-se para capitular. nem é revolta – revoltar-se é apaziguar a má-consciência para que tudo fique como está. Mas também não é resignação – resignar-se é esquecer que bem e mal, justo e injusto, verdadeiro e falso não são coisas nem idéias, não estão fora nem dentro de nós, mas constituem o tecido, ora cetrado ora esgarçado, das relações sociais. Elogio da Filosofia. A filosofia não é um ídolo de que os filósofos seriam guardiões e cuja defesa os convocaria a prestar contas perante o vago e terrível tribunal da opinião pública. Elogio da Filosofia: benévola prudência de quem, como escreveu um filósofo, não tem medo de rir da filosofia porque aprendeu a rir através dela.
Idioma: Português

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